Em 1985 aconteceu um dos eventos mais importantes da história da música. Londres, no Reino Unido, e Filadélfia, Estados Unidos, receberam convidados ilustres para o Live Aid, que tinha como propósito arrecadar fundos para os famintos da Etiópia.
Se o país africano se deu bem, não vem ao caso. Mas, a partir daí, o dia 13 de julho ficou conhecido como o dia do Rock. Não que isso mude algo na sua vida, é apenas mais uma das inúmeras datas especiais criadas para que algo de importante não caia no esquecimento.
O evento fora organizado pelo cantor irlandês Bob Geldof. Depois, ele fundou a Band Aid, organização que gerencia fundos e obras de caridade do mercado musical. Lembra de “We Are The World”? Então, o Michael Jackson e o Lionel Richie pegaram carona na proposta de Geldof.
Em 2005, foi feito o Live 8, um Live Aid maior e com cunho mais global: Pressionar os países ricos para perdoar as dívidas das nações mais pobres e formar uma consciência coletiva de que um mundo melhor é uma responsabilidade, e não apenas uma utopia.
E, enquanto os escrotos direitistas atacam o Rock como algo do diabo, alguns desses seres ligados às trevas arregaçaram as mangas e saíram de discursos fajutos. Afinal, melhor um inferno com música, que uma terra sem respeito e esperança.
Acima, a apresentação de “Do They Know It’s Christmas”, a música feita especialmente para o evento e que se tornou o compacto mais vendido no Reino Unido.
André Pacheco cursa Jornalismo e trabalha como webdesigner, adora cultura pop, novidades e leitura. Viciado no Twitter, gosta de música e também escreve no “Eu Quero Saber”.
Eduardo Nascimento estuda Jornalismo. Gosta de cinema e música em excesso, porém é um pseudo-escritor-frustrado. Acredita em signos, já que só se fode por ser geminiano. Vez ou outra bate cartão no Twitter e no seu blog “Chelsea Boulevard”.
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