Listas

Melhores Discos de 2008 (2)

Postado em 27/12/2008 às 1:17 (horário de Brasília)

Dos muitos discos lançados em 2008, Vestiário selecionou os 20 que fizeram a diferença. A lista está divida em 10 Nacionais e 10 Internacionais. Fique agora com a segunda parte, que vai do sétimo ao quinto lugar em ambas as categorias!

A primeira parte foi divulgada ontem (26/12), e contou com Mariah Carey, Alanis Morissette e Madonna com o décimo, nono e oitavo melhor disco internacional de 2008. Representando o nosso país, tem Sonantes, Toni Platão e Curumin.

Que tal saber quais são os discos que ocupam a sétima, sexta e quinta posição?

La Plata
Jota Quest

Mais excitante que alguns de seus últimos lançamentos, “La Plata” traz um Jota Quest pop e concentrado. Mesmo com ares adolescentes – o que até pode parecer estranho para uns rapazes na casa dos trinta – a banda mesclou sonoridades num disco repleto de possíveis hits: “Ladeira” é retrô em sua mistura escaldante de Samba com Funk, “Único Olhar” é uma baladinha feita pras rádios e “Tudo Me Faz Lembrar Você” se sobressai como a melhor faixa.

Under The Radar
Daniel Powter

Após um debute de enorme sucesso, o canadense Daniel Powter lançou em setembro “Under The Radar”, um disco comercial do primeiro ao último segundo. Porém, engana-se quem acha que o trabalho do moço é extremamente vazio e repleto de clichês-quase-pop; assinado pela conceituada Linda Perry, “Under The Radar” traz a quase-balada “Best Of Me”, a quase-uptempo “Next Plane Home” e a quase-acústica “Fly Away”.

Labiata
Lenine

Com letras complexas e melodias divinas, “Labiada”oitavo disco do pernambucano Lenine – é assim como a orquídea que o nomeia: Delicado, admirável e orgânico. “É o que me Interessa” parece a continuação da muito conhecida “Paciência” (disponível no disco “Na Pressão”) em contrapartida à “O Céu é Muito”, que deixa o Rock em evidência; “Samba e Leveza”, que começou a ser escrita por Chico Science, dá o toque de Midas ao trabalho.

Death Magnetic

Metallica

Na época do lançamento de “Master Of Puppets” em 1986, a revista inglesa Kerrang o definiu como “um disco que combina poder, precisão e sofisticação”. O tempo provou que a publicação não se precipitou, pois até hoje é considerado o melhor álbum de Metal dos anos 80, e a obra-prima do Metallica. Em setembro deste ano, eles lançaram “Death Magnetic”, que se transformou no primeiro disco da banda a merecer os três adjetivos designados outrora a “Master Of Puppets”. “Death Magnetic” é pesado, violento, sofisticado, apaixonado e redefinidor do Metal na época em que vivemos.
Por: Wallace Souza

Banda Larga Cordel
Gilberto Gil

Após um hiato de uma década sem lançar material inédito, Gilberto Gil traz “Banda Larga Cordel”. Conceitualmente o disco se propõe a misturar dois universos distantes: O interior (presente aqui na melodia) e a internet (discutida nas letras). Mesmo com críticas negativas, Gil se saiu bem num que não o melhor de seus discos, mas que é um presente conceitual dentre os lançamentos deste ano. Destaque para “Os Pais”, “Olho Mágico” e “Formosa”.

Viva La Vida
Coldplay

O quarto disco do Coldplay soa blasé como os outros, e só. No mais, “Viva La Vida (Or Death And All His Friends)” faz um caminho inverso de seus antecessores: é mais texturizado, coeso e profundo. Título inspirado pela arte de Frida Kahlo e capa arquetípica da Revolução Francesa, “Viva La Vida” é mais que uma coleção de boas canções, é um disco artístico e poetizado em faixas como “Cemeteries Of London”, “Violet Hill” e “Lost!”.

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