The Killers: Brandon Flowers, Ronnie Vannucci, Dave Keuning e Mark Stoermer O pouco tempo de estrada não é empecilho para a banda norte-americana The Killers. Com quatro discos lançados (pelo selo Island/Def Jam), os moços de Las Vegas se portam como veteranos e inovam a cada trabalho.
Seja no primeiro single “Somebody Told Me” até o mais recente “A Dustland Fairytale”. Clipes bem feitos, como “Human” ou “Bones”. Tudo que envolve o trabalho da banda tem aquela pegada criativa cada vez mais rara no Pop. The Killers esbanja a vibração típica de Las Vegas.
Com uma carreira até o momento meteórica, o vocalista Brandon Flowers, o baixista Mark Stoermer, o guitarrista Dave Keuning e o baterista Ronnie Vannucci desembarcam no Brasil em novembro para dois shows, um em São Paulo e outro no Rio.
“Day & Age”, o último disco lançado em 2008, foi aclamado – seja pela crítica especializada ou por meros mortais que apenas escutam um bom som. Trazendo boas faixas, o grupo se juntou a Stuart Price para mesclar elementos do Rock com o Eletrônico. Price, para quem não sabe, é o homem de outro por trás de “Confessios On A Dance Floor” – o disco que recolocou Madonna em evidência em 2005.
O resultado final da brincadeira pode ser conferido principalmente nas músicas “Spaceman”, “The World We Live In” e “A Dustland Fairytale”. Outros destaques de “Day & Age” ficam por conta de “I Can’t Stay” e “Joy Ride”.
Ao lado de bandas como The Strokes e The White Stripes, The Killers se projetou no mainstream conseguindo a difícil tarefa de fazer prevalecer a voz do Rock, sem cair nas armadilhas do mercado e se entregar ao enfadonho e saturado Hip Hop.
Você deve estar se perguntando o motivo do The Killers aparecer do nada no blog. Pois é, quarta tem promo dos rapazes aqui. Siga @vestiario no Twitter e fique de olho.
Há 8 anos a cantora e atriz norte-americana Aaliyah falecia num acidente de avião. Com apenas três discos lançados, ela era promessa no que hoje é o saturado mercado de cantoras de R&B.
Aaliyah morreu um mês após lançar seu melhor discoNegra, esbelta, sensual e de múltiplos talentos, Aaliyah era apontada no início da década como expoente, tanto no cinema quanto na música. Na sétima arte, protagonizou dois filmes conhecidos – “Romeu Tem Que Morrer” e “A Rainha dos Condenados” – além de um contrato assinado para estrelar as duas últimas partes de “Matrix”.
Na música, a moça que se criou em Detroit, lançou aos 15 anos seu primeiro trabalho, porém de sucesso morno. O reconhecimento veio em seu terceiro – e infelizmente último – disco, o esperado “Aaliyah”. Com o toque de midas de Timbaland, antes de ele se tornar essa figurinha repetida que é hoje, “Aaliyah” é repleto de boas faixas, além da bônus “Try Again” (tema do filme “Romeu Tem Que Morrer”).
Assim que finalizou a gravação do vídeo de “Rock The Boat” nas Bahamas, o avião que a levava de volta aos Estados Unidos caiu, e assim interrompeu de forma brusca uma carreira que tinha de tudo para ser grandiosa. Aaliyah faleceu no auge da juventude, mas deixou como herança sua voz doce e marcante.
Você topa encarar a Madonna?Além de maior ícone pop da nossa era, nomeação que chega a ser piegas por tantas vezes dada, Madonna se tornou um marco na história da música, e principalmente do espetáculo. Afinal, hoje ela é considerada a única mulher do pop a encher estádios em qualquer lugar do planeta, atrair multidões, levar ao delírio, influenciar opiniões, mudar comportamentos, ditar moda, chocar costumes e definir propósitos.
Madonna é a única estrela do show business a mudar uma sociedade, mesmo sendo odiada por muitos que fazem parte dela, e tudo graças a uma construção impecável do mito. Para perceber sua influência direta sobre as pessoas, levo em consideração o conceito de sociedade:
“Em Sociologia, uma sociedade é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade”.
Ninguém inserido na mídia nos últimos anos, e que ainda está na ativa, conseguiu mudar tanto o formato social existente durante seu período de atuação. Madonna nasceu anônima em uma cidade americana, buscou o sucesso, foi para Nova York no final da década de 70 em busca da fama, encontrou o que queria e se tornou a mulher mais conhecida do planeta. Continue Lendo…
Okay, eu confesso: Eu sou fã da Mariah Carey. Sei que sempre dou umas cutucadas nela aqui no blog, mas é tudo com amor. Durante alguns anos, a Rainha da Cafonice foi presença constante na minha vida, e acho que por isso me sinto no direito de fazer algumas piadinhas – algumas até de mal gosto, confesso.
Sim, é a Mariah Carey. Só que há 14 anos…De toda a sua discografia, destaco duas obras como sine qua non. “Daydream”, de 1995 (já falei dele aqui) e “Butterfly”, lançado dois anos depois. São trabalhos bacanas, bem feitos e profundos. Ao contrário do que a maioria está acostumado a ver na Mariah Carey hoje, ambos são mais R&B e adultos.
Em dezembro do ano passado falei um pouco sobre “Merry Christmas”, o disco natalino da Mariah Carey
Acho que o meu maior apreço por tais discos está em eles terem me ajudado muito na época que tive depressão (profunda) e precisava de algumas músicas para me fazerem refletir sobre a vida. Enquanto “Daydream” é mais angustiante, “Butterfly” soa mais libertador. Dois pesos e duas medidas, mas que andam lado a lado. Continue Lendo…
Esqueçam Elis Regina, Nara Leão, Gal Costa ou qualquer outra magnífica cantora nacional. É Clara Nunes quem mais remete ao Brasil; e não este país que muitos se envergonham, mas sim uma nação que é bela, alegre e esperançosa.

Há exatos 26 anos falecia, com apenas 39 anos, a cantora Clara Nunes. Nascida no interior de Minas Gerais, Clara marcou o Brasil com uma potente voz, jeito teatral e sorriso carismático. Seu consagrado repertório mescla vários estilos da nossa música popular, porém foi no Samba que Clara se sentiu em casa. Continue Lendo…
André Pacheco cursa Jornalismo e trabalha como webdesigner, adora cultura pop, novidades e leitura. Viciado no Twitter, gosta de música e também escreve no “Eu Quero Saber”.
Eduardo Nascimento estuda Jornalismo. Gosta de cinema e música em excesso, porém é um pseudo-escritor-frustrado. Acredita em signos, já que só se fode por ser geminiano. Vez ou outra bate cartão no Twitter e no seu blog “Chelsea Boulevard”.
Fabiana Lovati é estudande de Publicidade e trabalha com mídias sociais. Viciada em internet, música, cultura pop, assuntos aleatórios e pizza. Também bomba no Twitter e escreve no blog “Achei Tendência”.
Luccas Belfort considera o Twitter amigo do peito. Estuda Design Digital, mas insiste em querer ser alguém na blogosfera. Sua vida se resume a Britney Spears, década de 90 e cerveja.