posts com a tag Elis Regina

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Nossas Mulheres, Suas Canções

12/09/087

Que de um tempo pra cá a MPB (e todos os outros gêneros) começou a ser dominada pelas mulheres, não há como negar. E não apenas as cantoras “das antigas” garantem seu espaço, a “nova leva” também tem um lugar cativo na nossa música.

Compondo ou apenas interpretando, não importa: Uma voz feminina (aliada à técnica) consegue ser cristalina e dar à música a emoção que pouquíssimos homens sonham em alcançar.

Vivas ou falecidas, bonitas ou feias, líricas ou populares, subjetivas ou impessoais, frias ou sensuais. Seja no Samba, na Bossa Nova ou no Rock, Vestiário escolheu as As 10 Músicas Brasileiras Mais Legais das Mulheres. Ligue o som e encontre o verdadeiro talento da mulher brasileira. Continue Lendo…

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Elis & Tom; Elis Regina & Tom Jobim

03/09/082
  • Elis & Tom; Elis Regina & Tom Jobim
    1. Nota: 5,0
    2. Selo: Philips
    3. Ano: 1972
    4. Gênero: MPB/Bossa Nova

O resultado de quando se coloca no mesmo estúdio um dos músicos mais importantes da história e a cantora de maior sucesso do Brasil, é um disco que já nasceu com cara de clássico e também repleto deles. Gravado, editado e lançado em 1974, o antológico encontro de Antônio Carlos Jobim e Elis Regina deu à música (não apenas a brasileira) inestimável presente: “Elis & Tom”.

Após uma década fria entre os dois, causada pelo veto de Jobim à cantora na trilha-sonora de “Pobre Menina Rica”, Elis Regina pediu a André Midani (presidente da gravadora Philips) um disco ao lado do mestre da Bossa Nova. Contrato acertado, Elis e seu marido, César Camargo Mariano, se dirigiram a Los Angeles, onde Tom morava na época.

Em primeiro momento, pareceu haver uma tensão no estúdio. Tom Jobim não entendeu o porquê de Elis levar uma comitiva enorme para os Estados Unidos e não gostou muito da idéia de Camargo ser um dos produtores escalados. Mas tudo não passou de um mal entendido e furor do primeiro encontro.

Durante quatro dias, a equipe se trancafiou no estúdio MGM e só saiu de lá quando as quinze canções escolhidas numa lista de vinte e cinco foram gravadas. Curiosamente, Elis vetou a (única) faixa em inglês “Bonita”, alegando que seu sotaque não estava suficientemente bom.

O disco é aberto pela eterna “Águas de Março”, Elis e Tom fundem suas vozes numa plácida dicotomia. A espetacular “Só Tinha de Ser com Você” ficou mais envolvente e sensual na doce voz de Elis. “Corcovado” perdeu os graves que a tornaram mundialmente famosa na interpretação de Frank Sinatra. A lamuriosa “Por Toda a Minha Vida” ficou com ares mais esperançosos e cândidos. “Chovendo na Roseira” e sua aparência infantil anuncia a última faixa, “Inútil Paisagem”.

Em 2007, quando o trabalho completou 30 anos, a gravadora Trama (de propriedade de João Marcello Bôscoli, filho de Elis Regina) em parceria com a Universal Music (detentora dos direitos de “Elis & Tom”), o relançou em edição especial com áudio de altíssima qualidade.

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Trama Populariza a Música

13/06/082

A Indústria Fonográfica está em frangalhos, e isso não é novidade para ninguém. As vendas de CDs despencam a cada ano, seja no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Culpa de quem? Não, os culpados não são os usuários que baixam discos completos ou faixas pela internet; ou muito menos os camelôs que vendem cópias mal feitas em bancas. O verdadeiro vilão é, por mais que não pareça, o próprio mercado.

O que houve foi uma mudança sistemática na mentalidade do público, que passou a enxergar a diferença entre escutar e comprar música. Com a popularização de conexões mais rápidas, ninguém mais é obrigado a comprar um disquinho de acrílico para escutar essa ou aquela canção. Você entra na internet, e com no máximo três cliques já pode ter uma série de faixas em seu computador, e depois, passa-las para um player.

Elis Regina e Tom Zé terão material disponibilizado gratuitamente e de forma legal pela gravadora Trama

A gravadora brasileira Trama já está há tempos de olho nisso, mas não como suas companheiras, que vêem os downloads com maus olhos. Com o sucesso do projeto “Trama Virtual”, a companhia discográfica viu que pode lucrar bastante com as mudanças, e abrir espaço para uma nova maneira de consumir música.

O público que está disposto a comprar CDs já é um nicho; e, quem os compram, não fazem mais no escuro, já chegam com o material degustado antes. Sabem as faixas que gostam e as que desprezam. Nada mais justo disponibilizar gratuitamente seu acervo para que as pessoas escutem, e assim, decidirem se vão consumir ou não determinado trabalho.

De início, estará disponível a discografia de Elis Regina, o maravilhoso “Racional 1” de Tim Maia e novo disco de Tom Zé. O projeto se chama “Álbum Virtual”, e começará dia 20 próximo com “Danç-êh-sá: Ao vivo”, de Tom Zé. Além das faixas, o usuário poderá baixar a capa e alguns materiais extras.

E de onde virão os louros? Da venda dos CDs, contratos publicitários e licenças comerciais. É possível que aumentem as vendas de discos físicos, as visitas ao portal da gravadora gerarão mais publicidade e as músicas mais populares perante ao público vão requerer mais licenças de execução. Uma mudança importante, que todas as gravadoras deveriam perceber. Adaptação, essa é a fórmula do sucesso, seja ela em qualquer meio.

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Os 101 Discos para Ouvir no Banho

10/05/085

Com a ajuda de várias pessoas, Vestiário fez a lista dos 101 Discos para Ouvir no Banho. Tem de tudo! Do Samba ao Rock. Do R&B às contagiantes batidas latinas. Pop, Hip-Hop, Progressivo.

A idéia foi fazer uma lista eclética, e selecionar apenas 101 dos inúmeros discos que apareceram não foi tarefa das mais fáceis. Não existe nenhuma pretensão de compilar (pelo menos por agora) os discos que julgamos os mais importantes da história da música. Continue Lendo…

Quem Faz

André PachecoAndré Pacheco cursa Jornalismo e trabalha como webdesigner, adora cultura pop, novidades e leitura. Viciado no Twitter, gosta de música e também escreve no “Eu Quero Saber”.

Eduardo NascimentoEduardo Nascimento estuda Jornalismo. Gosta de cinema e música em excesso, porém é um pseudo-escritor-frustrado. Acredita em signos, já que só se fode por ser geminiano. Vez ou outra bate cartão no Twitter e no seu blog “Chelsea Boulevard”.

Fabiana LovatiFabiana Lovati é estudande de Publicidade e trabalha com mídias sociais. Viciada em internet, música, cultura pop, assuntos aleatórios e pizza. Também bomba no Twitter e escreve no blog “Achei Tendência”.

Luccas BelfortLuccas Belfort considera o Twitter amigo do peito. Estuda Design Digital, mas insiste em querer ser alguém na blogosfera. Sua vida se resume a Britney Spears, década de 90 e cerveja.

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