Dentre os vários gêneros musicais, digo sinceramente que o Rock não é muito o meu preferido. Mas nem por isso sou daquele tipo que acha que apenas o meu gosto é o melhor. Não me limito apenas em saber sobre o pequeno universal que gosto. Se tem algo que me dá prazer é a informação.
O Rock, querendo eu ou não, é sim um dos gêneros mais conhecidos e consumidos dentro da Cultura Pop. Seja nas batidas pesadas ou em estridentes guitarras. É o Rock, o gênero que atravessa décadas sempre se renovando. E, para os amantes – admiradores e também simpatizantes do gênero – acaba de ser lançada a revista digital The Wall.
O projeto é puxado pelo meu xará André HP – do indispensável blog Formigueiro Comunista – com alguns companheiros de amor ao Rock. Mesmo sendo a edição piloto (que traz o Coldplay na capa), a The Wall trouxe um conteúdo bacana, diagramação caprichada e capacidade de continuar por pelo menos umas 10 edições – o que é muito em se tratando da efemeridade da internet.
Se vale à pena? Baixe agora e tire suas próprias conclusões. Trampo de primeira da moçada!
Olha, esse caso da tal de Elóa já torrou a porra da paciência. Tanto a grande mídia golpista ou as pessoas que fazem análises sobre o caso já saturaram a minha mente. Tem como a gente falar de outros assuntos?
Poderíamos voltar filosofar sobre a crise econômica que vai arrasar o Planeta Terra e deixar todo mundo feio e fedido? Que tal nos concentrarmos na situação caótica que toma conta da Polícia Civíl de São Paulo? Vamos fofocar sobre o fim do casamento da Madonna com o Gay Guy Ritchie?
Apesar de que essa história da Elóa vai dar muito pano pra manga: Dizem as más línguas que o pai da moça seria comparsa do Lindemberg. Estourem a pipoca, tragam o guaraná e vamos curtir mais uma odisseia midiática!

Quando vi essa capa pela primeira vez me assustei que nem o rapaz do Papel Pop. Porém, mais assustador ainda é saber que a People (possivelmente) desembolsou 500 mil dólares pra Clay Aiken assumir que é gay.
Olha só, isso não seria jogar dinheiro fora? Cadê a tal crise econômica que tanto dizem estar destruindo os Estados Unidos? Me gastam meio milhão para alguém dizer aquilo que todo mundo já sabe? Francamente, a imprensa rosa já foi mais criativa.
E o equivalente brasileiro pra isso seria o quê? Íris Stefanelli sair na capa da Quem dizendo que é burra? A Contigo pagar 100 reais para a Mulher Melancia assumir que é vulgar? Felipe Dylon estampar a Caras vestido de sunga branca e dizendo que não se considera um bom cantor?
Saca só a maravilhosa capa da Veja desta semana (edição 2079, 24 de setembro de 2008):

Agora dá uma lida neste artigo do jornalista Luiz Carlos Azenha.
Beijosmeenganaqueeugosto!
Dia histórico para Billboard, a publicação mais importante nos Estados Unidos voltada para o mercado musical. As listas HOT 100, as que compilam as mais populares músicas, completam meio século de vida. Até um tempo atrás, elas eram referência para medir a popularidade de alguma canção ou artista em território estadunidense; mas, com a popularização da internet como uma nova mídia, a hegemonia da revista começou a cair.

Não que ela tenha perdido a sua função, muito pelo contrário, ela se adaptou aos novos tempos (como sempre fez quando acontecia uma mudança significativa na maneira de se consumir música) e compila também downloads (legais) e toques para celular, por exemplo. Continue Lendo…
André Pacheco cursa Jornalismo e trabalha como webdesigner, adora cultura pop, novidades e leitura. Viciado no Twitter, gosta de música e também escreve no “Eu Quero Saber”.
Eduardo Nascimento estuda Jornalismo. Gosta de cinema e música em excesso, porém é um pseudo-escritor-frustrado. Acredita em signos, já que só se fode por ser geminiano. Vez ou outra bate cartão no Twitter e no seu blog “Chelsea Boulevard”.
Fabiana Lovati é estudande de Publicidade e trabalha com mídias sociais. Viciada em internet, música, cultura pop, assuntos aleatórios e pizza. Também bomba no Twitter e escreve no blog “Achei Tendência”.
Luccas Belfort considera o Twitter amigo do peito. Estuda Design Digital, mas insiste em querer ser alguém na blogosfera. Sua vida se resume a Britney Spears, década de 90 e cerveja.