Você já parou para pensar no quê é legitimamente brasileiro? Não é praticamente impossível nos definir se deixarmos de lado a mediocridade do “país do futebol e do carnaval”? Para facilitar, então vamos focar numa coisa só. Que tal a música?

Que nós somos um povo musical, não há dúvida. Qualquer coisa que produza som já é o começo para uma banda. O brasileiro enxerga a música como um processo espontâneo e informal, não há a necessidade de mística alguma, a música está no nosso DNA.
E, da mesma forma, está no nosso sangue um pouco do português, do índio, do italiano, do espanhol, do libanês, do africano e por aí vai. Uma verdadeira miscelânea multicultural. Se isso é bom ou ruim, não são os méritos de agora. O foco está em termos a nossa música moldada por outras nações.
O Samba, por exemplo, teve parte importante formada nas culturas dos negros oriundos da África; e a tão elitizada Bossa Nova pode ser dita (de forma superficial) como o Samba reescrito com pitadas generosas do Jazz. Mas, e hoje? Como a coisa é feita? Como a Indústria Cultural se apropriou disso? Continue Lendo…
Que de um tempo pra cá a MPB (e todos os outros gêneros) começou a ser dominada pelas mulheres, não há como negar. E não apenas as cantoras “das antigas” garantem seu espaço, a “nova leva” também tem um lugar cativo na nossa música.
Compondo ou apenas interpretando, não importa: Uma voz feminina (aliada à técnica) consegue ser cristalina e dar à música a emoção que pouquíssimos homens sonham em alcançar.

Vivas ou falecidas, bonitas ou feias, líricas ou populares, subjetivas ou impessoais, frias ou sensuais. Seja no Samba, na Bossa Nova ou no Rock, Vestiário escolheu as As 10 Músicas Brasileiras Mais Legais das Mulheres. Ligue o som e encontre o verdadeiro talento da mulher brasileira. Continue Lendo…
André Pacheco cursa Jornalismo e trabalha como webdesigner, adora cultura pop, novidades e leitura. Viciado no Twitter, gosta de música e também escreve no “Eu Quero Saber”.
Eduardo Nascimento estuda Jornalismo. Gosta de cinema e música em excesso, porém é um pseudo-escritor-frustrado. Acredita em signos, já que só se fode por ser geminiano. Vez ou outra bate cartão no Twitter e no seu blog “Chelsea Boulevard”.
Fabiana Lovati é estudande de Publicidade e trabalha com mídias sociais. Viciada em internet, música, cultura pop, assuntos aleatórios e pizza. Também bomba no Twitter e escreve no blog “Achei Tendência”.
Luccas Belfort considera o Twitter amigo do peito. Estuda Design Digital, mas insiste em querer ser alguém na blogosfera. Sua vida se resume a Britney Spears, década de 90 e cerveja.