Sabe aquela música americana que é um verdadeiro porre? Aquela canção muito brega? Aquelas batidas chatas? Pois bem, seguindo a “Cartilha Polegar Importando Merdas”, algumas bandas ou artistas conseguem piorar a situação, e o fazem com gosto!
Li um post da Cler no Hit Na Rede que citava algumas músicas de sucesso que ganharam versões pitorescas na nossa língua mãe (que por sinal começará a mudança em breve), e me senti inspirado para citar algumas outras que eu achei por aí.
“Hero”, a música mais brega do mundo, ganhou o nome de “Pétalas de Neon” com a banda Nodas de Caju, o resultado conseguiu deixar Mariah Carey se mordendo de inveja. Sente o drama:
Depois de olhar o céu azul dizendo ái lovi iú, Kelly Key recentemente buscou no fundo do poço baú “Sometimes”, da Britney Spears. “Indecisão” em banir essa música da face da terra não deve existir.
E para terminar (porque três está de bom tamanho) eu recomendo uma das maiores afrontas da história. Rouge canta “Runaway”, do The Coors - a única música desta singela lista que presta.
Não sei se essa é mesmo a versão das moças, mas de qualquer maneira, “Eu Quero Fugir”!
2 Comentários Brega, Britney Spears, Cafona, Kelly Key, Mariah Carey, Música, Nodas de Caju, Pop, Rouge, The Corrs, Vídeos Assine nosso RSS!Você já parou para pensar no quê é legitimamente brasileiro? Não é praticamente impossível nos definir se deixarmos de lado a mediocridade do “país do futebol e do carnaval”? Para facilitar, então vamos focar numa coisa só. Que tal a música?
Que nós somos um povo musical, não há dúvida. Qualquer coisa que produza som já é o começo para uma banda. O brasileiro enxerga a música como um processo espontâneo e informal, não há a necessidade de mística alguma, a música está no nosso DNA.
E, da mesma forma, está no nosso sangue um pouco do português, do índio, do italiano, do espanhol, do libanês, do africano e por aí vai. Uma verdadeira miscelânea multicultural. Se isso é bom ou ruim, não são os méritos de agora. O foco está em termos a nossa música moldada por outras nações.
O Samba, por exemplo, teve parte importante formada nas culturas dos negros oriundos da África; e a tão elitizada Bossa Nova pode ser dita (de forma superficial) como o Samba reescrito com pitadas generosas do Jazz. Mas, e hoje? Como a coisa é feita? Como a Indústria Cultural se apropriou disso? Continue Lendo…
1 Comentário Backstreet Boys, Bossa Nova, Br'oz, Cazuza, Clube da Esquina, Cultura de Massa, Cultura Pop, Indústria Fonográfica, Kelly Key, KLB, Música, New Kids On The Block, Polegar, Pop, Rouge, Samba, Tropicália, Twister, Wanessa Camargo Assine nosso RSS!Vestiário, em parceria com o PopLine e a Universal Music Brasil, vai dar três kits da cantora Duffy; a mais nova queridinha do pop britânico.
Para participar é bem simples: Basta residir aqui no Brasil e ter o mínimo de criatividade para responder a uma pergunta bem fácil. Continue Lendo…


Muito se percebe a queda na qualidade da música brasileira. O nosso Pop foi perdendo o brilho no decorrer da década de noventa. Mas, escutar algum artista nacional de bom nível faz a esperança voltar e os ouvidos perceberem que muita coisa boa ainda é produzida e jogada no mercado.
O músico carioca Jay Vaquer é um dos que figuram como salvadores da pátria. Com quatro discos lançados, Jay é filho de peixes e respira música desde criança, o que explica o seu domínio para compor e produzir canções que vão além de meras notas perdidas em letras bizarras. Ele é filho da cantora paraense Jane Duboc e do guitarrista estadunidense Jay Anthony, que já foi parceiro de Raul Seixas.
3 Comentários 101 Discos, Jay Vaquer, Pop, Rock Assine nosso RSS!Não é só porque somos amigos e estou fazendo seu site oficial, que eu sou viciado em suas músicas. Tinha até um pouco de receio de divulgar a garota aqui no Vestiário, não queria misturar pessoal com profissional. Mas, nesse caso, mandei qualquer probabilidade pra longe e apresento a vocês: Ana Gori.
Natural de Belo Horizonte, Ana canta e compõem suas músicas. Mesmo contra a minha vontade, ela teima em usar a língua dos colonizadores yankees. Mas, como estamos lidando com música e as emoções que ela causa, pode ser até em mandarim que a coisa desce.
“One More Day”, seu primeiro compacto, fez relativo sucesso e começou a abrir as portas pra Ana na internet - o mais importante veículo de mídia da atualidade. Posso estar errado, mas ela vai causar frisson. A voz é doce, a musicalidade é interessante e o carisma repleto de personalidade.
Dentre as faixas que Ana me deu a oportunidade de escutar, eu destaco “Aquela Estrada (Aquela Canção)”. Digna de estar em alguma abertura da novela das oito. Bossa Nova legitimamente carioca, mas com um ar mineiro. Sabe, aquela linha que faz com que a música mineira tenha respaldo?
É a mesma sensação que tenho quando eu escuto Clara Nunes ou Milton Nascimento. Eles não cantam o que se pode chamar de Música Popular das Alterosas, pegam elementos de outros estados. Mas, têm uma magia própria. Pode ser o sotaque, o bucolismo a calma…
O seu primeiro disco, “1st Dream”, estará disponível em breve para download gratuito. Mas, enquanto o serviço completo não chega, escute a versão original de “Aquela Estrada (Aquela Canção)” e um remix muito legal feito por um DJ da Macedônia. E, se quiser saber mais sobre a Ana, a minha amiga Lara fez uma entrevista exclusiva há um tempinho.
3 Comentários Ana Gori, Bossa Nova, Clara Nunes, Downloads, Lançamentos, Links, Milton Nascimento, MPB, Músicos Independentes, Pop Assine nosso RSS! Tags Populares 5 Coisas 101 Discos Babacas Blogosfera Brega Cafona Clara Nunes Comportamento Downloads ETs Evangélicos Gays Humor Idiotices Intolerância Lançamentos Links Música Madonna Mariah Carey MPB Política Pop Racismo Revistas Samba Shows Sociedade