Daydream; Mariah Carey

0 Discos Resenhas 20/06/2008André Pacheco

  • Selo: Columbia
  • Ano: R&B
  • Gênero: R&B

Mariah Carey se destacou durante a década de 1990, tendo uma das carreiras mais bem sucedidas do cenário musical estadunidense. Há treze anos chegava às lojas seu sexto disco, “Daydream”. Para muitos, é o seu melhor trabalho; para tantos outros, apenas mais uma coleção de canções sem graça e repletas de berros. Independente de qual o posicionamento musical do ouvinte, os predicados deste trabalho não podem ser esquecidos.

Na época, Carey tinha apenas 25 anos e já mostrava segurança como intérprete e capacidade como compositora e produtora. Exceto a regravação de “Open Arms”, música da década de 1980, todas as outras onze faixas são de sua autoria; sozinha ou ao lado de produtores respeitados. Continue Lendo…

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Stripped; Christina Aguilera

0 Discos Resenhas 11/05/2008André Pacheco

  • Selo: RCA-BMG
  • Ano: 2002
  • Gênero: Pop

Ela era uma das lolitas mais comentadas nos Estados Unidos no final da década de 1990, servia ao público com músicas Pop glicosadas e tinha a “função” original de ser um modelo de comportamento. Mas, definitivamente, esses dois últimos predicados não eram a verdadeira Christina Aguilera.

Depois de um disco debute bem-sucedido, o estrondoso sucesso na releitura de “Lady Marmelade” – para o longa e musical “Moulin Rouge” – e extensas (e até cansativas) comparações à Britney Spears, Aguilera entrou em um momento íntimo, compôs suas próprias canções, definiu qual a linha musical que adotaria, refez sua imagem e desnudou-se completamente em “Stripped”. Continue Lendo…

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e=MC²; Mariah Carey

1 Discos Resenhas 9/05/2008André Pacheco

  • Selo: Universal Music
  • Ano: 2008
  • Gênero: R&B

Quando saiu o primeiro compacto, “Touch My Body”, muito se especulou sobre qual seria a linha adotada por Mariah Carey em “e=MC²”. A conclusão mais plausível, pelo menos superficialmente, é que Mariah Carey se portou como a verdadeira artista que é ao presentear os fãs com um trabalho único em sua vasta discografia.

Nas misturas escaldantes de melodias morde-fronhas com as ríspidas linhas do Hip-Hop, a fórmula do Pop de Carey faz uma pequena viagem por sua mente. Desde “Butterfly” (1998), Mariah não concebeu algo tão introspectivo e verdadeiro. Nem em “Charmbracelet” (2002), ou no estressante “The Emancipation Of Mimi” (2005), ela pôde estar visivelmente exposta. Continue Lendo…

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