Que de um tempo pra cá a MPB (e todos os outros gêneros) começou a ser dominada pelas mulheres, não há como negar. E não apenas as cantoras “das antigas” garantem seu espaço, a “nova leva” também tem um lugar cativo na nossa música.
Compondo ou apenas interpretando, não importa: Uma voz feminina (aliada à técnica) consegue ser cristalina e dar à música a emoção que pouquíssimos homens sonham em alcançar.
Vivas ou falecidas, bonitas ou feias, líricas ou populares, subjetivas ou impessoais, frias ou sensuais. Seja no Samba, na Bossa Nova ou no Rock, Vestiário escolheu as As 10 Músicas Brasileiras Mais Legais das Mulheres. Ligue o som e encontre o verdadeiro talento da mulher brasileira. Continue Lendo…
Em 2006, The Strokes lançava seu terceiro disco, “First Impressions Of Earth”; o primeiro single foi a seca e pesada “Juicebox”.
Um pouco antes, em outubro de 2005, a banda jogou no mercado o polêmico vídeo promocional da música. Não deu outra, a MTv (norte-americana) censurou o clipe. O motivo? Sexualmente apelativo.
O barraco foi tanto, que o diretor Michael Palmieri exigiu que a emissora tirasse seu nome dos créditos da versão veiculada na emissora; e alguns dias depois, publicou em seu site oficial a versão original e sem cortes.
Cenas do clipe censurado do The Strokes, você pode vê-lo na íntegra aqui.O clipe tem participação do ator David Cross, mostra cenas tórridas entre duas mulheres, uma pegação gay num banheiro, uma senhora safadinha e um orgasmo; tudo isso enquanto a banda se apresenta ao vivo numa emissora de rádio.
Muito polêmico? Sim, pode ser. Mas, se a questão colocada pela emissora fora as imagens sexuais, por que então permitir que outros tantos vídeos (tão ou mais promíscuos quanto) fizessem parte da grade sem nenhum corte. Pelo menos “Juicebox” tem todo um contexto para as imagens (ditas) apelativas, excelente fotografia e edição.
Porém, mostra aquilo que deve-se ficar escondido para não colocar em risco a tão cultuada família norte-americana. Exibir mulher objeto pode; mas sapata, viado e velha nem pensar.
Claro que a MTv sempre esteve à frente em inserir o debate homossexual em seus seus programas, o que até já causou a ira do moralista Ja Rule; mas no fim fica uma questão pendente: Por que discutir, mas depois censurar?
Mesmo com esse ataque aos bons costumes feito pelo The Strokes, o clipe virou objeto de culto dos fãs da banda e a música “Juicebox” foi um sucesso, chegando a ficar em quinto lugar no Reino Unido. Já o disco “First Impressions Of Earth” recebeu bons posicionamentos da crítica.
Nenhum Comentário Censura, David Cross, Gays, Intolerância, Ja Rule, Machismo, Michael Palmieri, MTv, Polêmica, Rock, Sexo, The Strokes Assine nosso RSS!Em 1985 aconteceu um dos eventos mais importantes da história da música. Londres, no Reino Unido, e Filadélfia, Estados Unidos, receberam convidados ilustres para o Live Aid, que tinha como propósito arrecadar fundos para os famintos da Etiópia.
Se o país africano se deu bem, não vem ao caso. Mas, a partir daí, o dia 13 de julho ficou conhecido como o dia do Rock. Não que isso mude algo na sua vida, é apenas mais uma das inúmeras datas especiais criadas para que algo de importante não caia no esquecimento.
O evento fora organizado pelo cantor irlandês Bob Geldof. Depois, ele fundou a Band Aid, organização que gerencia fundos e obras de caridade do mercado musical. Lembra de “We Are The World”? Então, o Michael Jackson e o Lionel Richie pegaram carona na proposta de Geldof.
Em 2005, foi feito o Live 8, um Live Aid maior e com cunho mais global: Pressionar os países ricos para perdoar as dívidas das nações mais pobres e formar uma consciência coletiva de que um mundo melhor é uma responsabilidade, e não apenas uma utopia.
E, enquanto os escrotos direitistas atacam o Rock como algo do diabo, alguns desses seres ligados às trevas arregaçaram as mangas e saíram de discursos fajutos. Afinal, melhor um inferno com música, que uma terra sem respeito e esperança.
Acima, a apresentação de “Do They Know It’s Christmas”, a música feita especialmente para o evento e que se tornou o compacto mais vendido no Reino Unido.
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Muito se percebe a queda na qualidade da música brasileira. O nosso Pop foi perdendo o brilho no decorrer da década de noventa. Mas, escutar algum artista nacional de bom nível faz a esperança voltar e os ouvidos perceberem que muita coisa boa ainda é produzida e jogada no mercado.
O músico carioca Jay Vaquer é um dos que figuram como salvadores da pátria. Com quatro discos lançados, Jay é filho de peixes e respira música desde criança, o que explica o seu domínio para compor e produzir canções que vão além de meras notas perdidas em letras bizarras. Ele é filho da cantora paraense Jane Duboc e do guitarrista estadunidense Jay Anthony, que já foi parceiro de Raul Seixas.
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“(What’s The Story) Morning Glory?”, segundo disco do Oasis, segue uma proposta diferente de “Definitely Maybe”, lançado um ano antes. O trabalho firmou-se como o auge do Britpop e transformou, de uma vez por todas, os garotos vindos de Manchester em os novos ícones da música britânica, ficando atrás dos Beatles.
Mas se engana quem pense que o Oasis ganhou notoriedade apenas pela musicalidade. As constantes brigas entre os irmãos Liam e Noel Gallagher e as alfinetadas com o Blur (outra banda inglesa que se destacava na época) contribuíram bastante para a exacerbada exposição dada à banda com esse segundo trabalho.
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